domingo, 30 de novembro de 2008

Para o fim da tarde de domingo.


A canção que hoje vos trazemos... ficou nos ouvidos e na memória de muitas gerações: "The Geat Pretender".
Assim damo-vos uma "dose" dupla cantada por: "The Platters" e por... "Freddie Mercury". Esse mesmo que estão a pensar... vocalista do "Queen".
Aproveitem este resto de domingo porque amanhã... é feriado!...

"The Platters"


"Freddie Mercury"

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Benny Goodman




Benny Goodman, nascido Benjamin David Goodman (30 de Maio de 190913 de Junho de 1986) foi um clarinetista e músico de jazz conhecido como "O Rei do Swing", "Patriarca da Clarineta", "O Professor" e "Mestre do Swing".

Goodman nasceu em Chicago, a nona de 12 crianças de pobres imigrantes judeus da Polónia que viviam na vizinhança da Maxwell Street. Seu pai, David Goodman, era um alfaiate de Warsaw. Sua mãe, Dora Rezinski, era do Kansas. Seus pais conheceram-se em Baltimore em Maryland e mudaram-se para Chicago antes de Benny nascer.
Quando Benny tinha 10 anos, seu pai inscreveu-o a ele e a dois irmãos mais velhos para terem aulas de música na sinagoga Jacob Kehelah. No ano seguinte ele ingressou na banda de garotos da casa de caridade de Jane Addams, onde recebeu lições do director James Sylvester. Também foi importante durante este período os dois anos de aprendizado com o professor de clarinetas Franz Schoepp.
Tema: Moonglow - Quarteto de Benny Goodman

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Billie Holiday

Extraido do filme "New Orleans", de 1947, assistimos (neste pequeno video) à actuação da "Diva" do jazz: Billie Holiday. Acompanhada pelo não menos famoso Louis Armstrong...


Billie Holiday (Filadélfia, 7 de Abril, 1915Nova Iorque, 17 de Julho, 1959), Lady Day para os fãs, é por muitos considerada a maior de todas as cantoras do jazz.
Nascida Eleanor Fagan Gough, foi criada em Baltimore por pais adolescentes. Quando nasceu, seu pai, Clarence Holiday, tinha quinze anos de idade e sua mãe, Sara Fagan, apenas treze. Seu pai, guitarrista e tocador de banjo, abandonou a família quando Billie ainda era bebé, seguindo viagem com uma banda de jazz. Sua mãe, também inexperiente, frequentemente a deixava com familiares.
Menina americana negra e pobre, Billie passou por todos os infortúnios possíveis. Aos dez anos foi violentada por um vizinho, e internada numa casa de correcção. Aos doze, trabalhava lavando soalhos em prostíbulo e aos catorze anos, morando com sua mãe em Nova York, caiu na prostituição.
Sua vida como cantora começou em 1930. Estando mãe e filha ameaçadas de despejo por falta de pagamento de sua moradia, Billie sai à rua em desespero, na busca de algum dinheiro. Entrando em um bar do Harlem, ofereceu-se como dançarina, mostrando-se um desastre. Penalizado, o pianista perguntou-lhe se sabia cantar. Billie cantou e saiu com um emprego fixo. Billie nunca teve educação formal de música e seu aprendizado se deu ouvindo Bessie Smith e Louis Armstrong.
Após três anos cantando em diversas casas, atraiu a atenção do crítico John Hammond, através de quem ela gravou seu primeiro disco, com a big band de Benny Goodman. Era o real início de sua carreira. Começou a cantar em casas noturnas do Harlem (Nova York), onde adoptou seu nome artístico.
Cantou com as big bands de Artie Shaw e Count Basie. E foi uma das primeiras negras a cantar com uma banda de brancos, em uma época de segregação racial nos EUA (anos 30). Consagrou-se apresentando-se com as orquestras de Duke Ellington, Teddy Wilson, Count Basie e Artie Shaw, e ao lado de Louis Armstrong.
Billie Holiday foi uma das mais comoventes cantoras de jazz de sua época. Com uma voz etérea, flexível e levemente rouca, Sua dicção, seu fraseado, a sensualidade à flor da voz, expressando incrível profundidade de emoção, a aproximaram do estilo de Lester Young, com quem, em quatro anos, gravou cerca de cinqüenta canções, repletas de swing e cumplicidade Lester Young foi quem lhe apelidou "Lady Day".
A partir de 1940, apesar do sucesso, Billie Holiday, sucumbiu ao álcool e às drogas, passando por momentos de depressão, reflectindo em sua voz.
Pouco antes de sua morte, Billie Holiday publicou sua autobiografia em 1956, Lady Sings the Blues, a partir da qual foi feito um filme, em 1972, tendo Diana Ross no papel principal.
Retirado da Wikipédia

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Jazz e Animação...


No Jazz e Animação desta semana voltamos aos tempos de infância para vos (re)contar a historia dos três porquinhos numa versão bem ritmada, em tons de jazz, da clássica histórica. "Three Little Bops" é um cartoon da colectânea "Looney Tunes" de 1957 dirigido por Friz Freleng, com vozes de Stan Freberg e música do compositor jazz e trompetista Shorty Rogers.

Voz - Stan FrebergSaxofone - Pepper AdamsTrompete - Shorty RogersPiano - Pete JollyGuitarra - Barney KesselBaixo - Red CallenderBateria - Stan LeveyProdução: Friz FrelengEscrito por: Warren FosterData de Lançamento: 5 Janeiro 1957 (USA)

domingo, 23 de novembro de 2008

Para o fim da tarde de domingo.

O tempo por cá continua ameno e ... convidativo a apreciarmos este sol vivificante.
Hoje trazemo-vos uma "dupla" de excelentes interpretes. Neste fim de tarde de domingo aqui ficam convosco: Ray Charles e Willie Nelson.




sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Bom fim de semana e "façam o favor de serem felizes"

Hoje para esta sexta-feira que agora esta a chegar ao fim propomovos um momento de descontração ao som do saxofone de Coleman Hawkins.


Coleman 'Bean' Hawkins é uma figura notável na história do jazz, por diversas razões. Em primeiro lugar, e mais obviamente, por ser ele o pai do sax tenor moderno (papel que possivelmente divide com Lester Young). Na época em que Hawkins ingressou na cena musical, o sax tenor ainda era considerado basicamente um instrumento de acompanhamento, sendo incomum a sua utilização como solista. Em segundo lugar, porque, como lembra o estudioso Kenny Berger, a carreira de Hawkins foi longa e produtiva: tendo começado a tocar mais ou menos na época em que foram feitas as primeiras gravações de jazz, ele prosseguiu durante a era do bebop e do swing, e chegou a testemunhar as vanguardas do final dos anos 60.

Finalmente, porque, ao longo de tão longa carreira, o estilo de Hawkins evoluiu continuamente. Ele nunca se amoldou de boa vontade ao papel de "velho mestre". Não ficou restrito ao papel de grande solista da era do swing: foi um grande solista moderno, no sentido amplo.

Em 1923, aos 16 anos, Bean chegou a Nova York para acompanhar a cantora de blues Mamie Smith. De 1923 a 1934 tocou na mãe de todas as big bands, a Fletcher Henderson Orchestra. Em seguida foi para a Europa, e ao voltar para os EUA, em 1939, gravou "Body and Soul", que foi um de seus maiores sucessos. Tocou com quase todos os grandes músicos do bebop, e também participou do Jazz At The Philarmonic de Norman Granz. Chegou a experimentar fazer gravações como solista sem acompanhamento ('Picasso', de 1947). Nos anos 50 e 60 liderou diversos grupos pequenos, rodeando-se de músicos do primeiro time, que o respeitavam muito.

Hawinks possui ao sax tenor uma sonoridade cheia e encorpada. Sabe tanto ser vibrante e intenso nos temas rápidos e dramáticos como meditativo e sereno nas baladas lentas. (Miles Davis diz que aprendeu a tocar baladas ouvindo Hawkins.) É um grande improvisador: seu discurso musical é um fluir consistente e incessante de idéias. A serenidade e o equilíbrio da música correspondiam às características do ser humano: Hawkins não era um personagem polêmico nem dado a atitudes impensadas. (VAB)


Coleman Hawkins - Netcha's Dream 1935

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Ray Charles.



Ray Charles (Albany, 23 de Setembro de 1930 — Los Angeles, 10 de Junho de 2004) foi um pianista pioneiro e cantor de música soul que ajudou a definir o seu formato ainda no fim dos anos 50, além de um inovador intérprete de R&B. Seu nome de nascimento era Raymond Charles Robinson, mas ele encurtou-o quando entrou na indústria do entretenimento para evitar confusão com o famoso boxeador Sugar Ray Robinson. Considerado um dos maiores génios da música negra americana, Ray Charles também foi um dos responsáveis pela introdução de ritmo gospel nas músicas de R&B.
Cego aos sete anos de idade em razão de um glaucoma e órfão na adolescência, Ray Charles iniciou sua carreira tocando piano e cantando em grupos de gospel, no final dos anos 40. A princípio influenciado por Nat King Cole, trocou o gospel por baladas profanas e, após assinar com a Atlantic Records em 1952, enveredou pelo R & B. Quando o rock & roll estourou com Elvis Presley em 1955, e cantores negros como Chuck Berry e Little Richard foram promovidos, Ray Charles aproveitou o espaço aberto na mídia e lançou sucessos como "I got woman" (gravada depois por Elvis), "Talkin about you", "What I'd say", "Litle girl of Mine" ,"Hit The Road Jack", entre outros, reunindo elementos de R & B e gospel nas músicas de uma forma que abriram caminho para a soul music dos anos 60, e tornando-o um astro reverenciado do pop negro.
A partir de então, embora sempre ligado ao soul, não se ateve a nenhum género musical negro específico: flertou com o jazz, gravou baladas românticas chorosas e standards da canção americana. Entre seus sucessos históricos desta fase estão canções como "Unchain my heart", "Ruby", "Cry me a river", "Georgia on my mind" e baladas country tais como "Sweet memories", e seu maior sucesso comercial, "I can't stop loving you", de 1962. Apesar de problemas com drogas que lhe prejudicaram a carreira, as interpretações de Ray Charles sempre foram apreciadas, não importando as músicas que cantasse. Uma "aura" de genialidade reconhecida acompanhou-o até o fim da vida e mais do que nos últimos álbuns que gravou, era nas suas apresentações ao vivo que o seu talento único podia ser apreciado.
Um notório mulherengo, Ray Charles casou-se duas vezes e foi pai de doze crianças com sete diferentes mulheres. Sua primeira esposa foi Eileen Williams (casado em 1951, divorciado em 1952) deu-lhe um filho. Outros três filhos são de seu segundo casamento, em 1955, com Della Beatrice Howard (divorciaram-se em 1977).
Faleceu na idade de 73 anos, no dia 10 de Junho de 2004 em sua casa na Califórnia. Seus restos encontram-se num Cemitério Inglewood Park de Los Ángeles, Califórnia.

Fonte: Wikipédia