segunda-feira, 20 de julho de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
domingo, 12 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Guantanamera.
Compay Segundo, nascido Maximo Francisco Repilado Muñoz a (18 de Novembro de 1907 - 13 de Julho de 2003) em Siboney - Cuba. Violonista, clarinetista, tresero e compositor cubano.
Compay Segundo foi um artista único. A maneira que produzia o som se ajustava ao modelo da zona oriental de Cuba, pelo que é reconhecido como um grande representante da cubanía.
Os estilos em que transitava eram: son, guaracha, bolero, além de canciones com marcados matizes caribenhos. Sua voz, grave e redonda, acompanhou célebres cantores de fama internacional. Com os muchachos de seu grupo, foi capaz de fazer dançar multidões de todos os continentes. Realizou tournés pela América Latina e Europa, particularmente Espanha, onde gravou seus últimos discos. Sobretudo partir de 1992, criou-se, na Espanha, um ambiente favorável para a trova e o son tradicional e foram convidados antigos e respeitados músicos desse estilo. Com isso, em 1995, Compay Segundo teve uma antologia sua organizada por Santiago Auserón, e foi o início de sua consagração internacional e a retomada de sua carreira artística.
Compay Segundo participou ativamente do ambicioso projeto Buena Vista Social Club, um disco produzido por Ry Cooder, em 1996, em que se reuniram os grandes nomes da música cubana, como Ibrahim Ferrer, Juan de Marcos González, Rubén González, Manuel "Puntillita" Licea, Orlando "Cachaito" López, Manuel "Guajiro" Mirabal, Eliades Ochoa, Omara Portuondo, Barbarito Torres, Amadito "Tito" Valdés e Pio Leyva. O disco foi premiado com o Grammy e promoveu um ressurgimento fabuloso de músicos cubanos que, em alguns casos, estavam no ostracismo por mais de 10 anos.
O disco é o tema central do documentário homónimo, dirigido pelo alemão Wim Wenders.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
domingo, 5 de julho de 2009
Yo viviré - Célia Cruz
Úrsula Hilaria Celia Caridad Cruz Alfonso (Havana, 21 de Outubro de 1925 — Fort Lee, 16 de Julho de 2003) foi uma cantora cubana.
Saiu de seu país em 1959, nunca mais retornando, em virtude do regime de Fidel Castro. Foi para o México, onde gravou com outros artistas como Tito Puente. Do México mudou-se para Nova York, onde passou a maior parte de sua vida e morou até o fim dela.
Foi uma das maiores intérpretes cubanas do século XX, tendo recebido vinte discos de ouro e recebendo o título de "Rainha da Salsa".
Participou da novela mexicana, "El alma no tiene color" (1997), exibida no Brasil em 2001 pelo SBT com o título "A alma não tem cor". Foi casada durante 41 anos, com o também cantor cubano Pedro Knight.
Em 16 de Julho de 2003, ela morreu devido a um tumor cerebral na sua casa em Fort Lee, Nova Jersey. Ela estava em coma dois dias antes da sua morte e estava com cancro.
Depois de sua morte, seu corpo embalsamado, foi levado para Miami e Nova York, de tal maneira que todos puderam render homenagens.
Seu funeral reuniu mais de 150 mil pessoas em Miami e em Nova York. O mundo inteiro lhe rendeu homenagens. América Latina se rendeu aos seus pés e a comunidade artística mundial reconhecia a um de seus mais altos expoentes. O funeral de Nova York constituiu um dos mais grandes que essa cidade recorda, superando inclusive ao de Judy Garland em 1969.
Em Fevereiro de 2004 , seu último álbum, publicado depois de sua morte, ganhou um prémio póstumo em os Premios Lo Nuestro como melhor álbum de salsa do ano.
Fonte: Wikipédia