terça-feira, 28 de julho de 2009

Creedence Clearwater Revival.




Have you ever seen the rain?


Creedence Clearwater Revival foi uma banda de rock and roll americana formada por John Fogerty (guitarra e vocais principais), Tom Fogerty (guitarra), Stu Cook (baixo) e Doug Clifford (bateria), que, sob outras denominações, tocavam juntos desde 1959. Adoptaram o nome Creedence Clearwater Revival em 1967, com o qual lançaram as primeiras gravações em 1968. O nome C.C.R. surgiu pela junção do nome de um amigo do Tom Fogerty chamado “Creedence Nubal” e por um comercial de cerveja “Clearwater”. Já naquele ano obtiveram disco de ouro com o álbum Creedence Clearwater Revival. Ao longo da carreira, entre singles e álbuns, conquistaram nove discos de ouro e sete discos de platina. Separaram-se em Julho de 1972. John Fogerty foi quem teve mais êxito na carreira solo. Seu irmão Tom faleceu em 6 de Setembro de 1990. Recentemente, Stu Cook e Doug Clifford formaram o genérico Creedence Clearwater Revisited, e passaram a excursionar pelo mundo, tocando antigos sucessos da banda original.



Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Eddie Cochran - Teenage Heaven 1959


Eddie Cochran ou Edward Ray Cochrane (Oklahoma City, Oklahoma, 31 de Outubro de 1938 - Londres, 17 de Abril de 1960) foi um músico americano de rockabilly.
Começou a sua carreira musical em 1955 com seu amigo Hank Cochram (sem parentesco), que mais tarde viraria compositor “country”. A dupla gravava como The Cochran Brothers, enquanto Eddie trabalhava como músico de sessão e compunha as suas próprias músicas.
Em 1956, Boris Petroff convidou Cochran para participar do filme The Girl Can't Help It. Ele aceitou, apresentando a música "Twenty-Flight Rock". Mas o seu primeiro sucesso só apareceria em 1957, uma de suas poucas canções escritas por outra pessoa, chamada "Sittin' in the Balcony". Cochran é mais lembrado por sua composição "Summertime Blues", que ajudou a modelar o formato do rock nos anos 60, tanto liricamente quanto musicalmente. Sua curta carreira foi marcada por mais alguns sucessos, como "C'mon Everybody", "Somethin' Else", "My Way", "Weekend", "Nervous Breakdown" e seu hit póstumo "Three Steps to Heaven".
Em 1960 Cochran morreu num acidente de trânsito em Londres. O táxi em que viajava capotou e o arremessou para fora. Sua namorada, a compositora Sharon Sheeley e seu amigo, o cantor Gene Vincent, sobreviveram.
Eddie Cochran está enterrado no cemitério Forrest Lawn Cypress em Cypress, Califórnia. Um álbum póstumo, My Way, foi lançado em 1964.

Fonte: Wikipédia

domingo, 12 de julho de 2009

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Guantanamera.


Compay Segundo, nascido Maximo Francisco Repilado Muñoz a (18 de Novembro de 1907 - 13 de Julho de 2003) em Siboney - Cuba. Violonista, clarinetista, tresero e compositor cubano.
Compay Segundo foi um artista único. A maneira que produzia o som se ajustava ao modelo da zona oriental de Cuba, pelo que é reconhecido como um grande representante da cubanía.
Os estilos em que transitava eram: son, guaracha, bolero, além de canciones com marcados matizes caribenhos. Sua voz, grave e redonda, acompanhou célebres cantores de fama internacional. Com os muchachos de seu grupo, foi capaz de fazer dançar multidões de todos os continentes. Realizou tournés pela América Latina e Europa, particularmente Espanha, onde gravou seus últimos discos. Sobretudo partir de 1992, criou-se, na Espanha, um ambiente favorável para a trova e o son tradicional e foram convidados antigos e respeitados músicos desse estilo. Com isso, em 1995, Compay Segundo teve uma antologia sua organizada por Santiago Auserón, e foi o início de sua consagração internacional e a retomada de sua carreira artística.
Compay Segundo participou ativamente do ambicioso projeto Buena Vista Social Club, um disco produzido por Ry Cooder, em 1996, em que se reuniram os grandes nomes da música cubana, como Ibrahim Ferrer, Juan de Marcos González, Rubén González, Manuel "Puntillita" Licea, Orlando "Cachaito" López, Manuel "Guajiro" Mirabal, Eliades Ochoa, Omara Portuondo, Barbarito Torres, Amadito "Tito" Valdés e Pio Leyva. O disco foi premiado com o Grammy e promoveu um ressurgimento fabuloso de músicos cubanos que, em alguns casos, estavam no ostracismo por mais de 10 anos.
O disco é o tema central do documentário homónimo, dirigido pelo alemão Wim Wenders.

domingo, 5 de julho de 2009

Yo viviré - Célia Cruz




Úrsula Hilaria Celia Caridad Cruz Alfonso (Havana, 21 de Outubro de 1925 — Fort Lee, 16 de Julho de 2003) foi uma cantora cubana.
Saiu de seu país em 1959, nunca mais retornando, em virtude do regime de Fidel Castro. Foi para o México, onde gravou com outros artistas como Tito Puente. Do México mudou-se para Nova York, onde passou a maior parte de sua vida e morou até o fim dela.
Foi uma das maiores intérpretes cubanas do século XX, tendo recebido vinte discos de ouro e recebendo o título de "Rainha da Salsa".
Participou da novela mexicana, "El alma no tiene color" (1997), exibida no Brasil em 2001 pelo SBT com o título "A alma não tem cor". Foi casada durante 41 anos, com o também cantor cubano Pedro Knight.
Em 16 de Julho de 2003, ela morreu devido a um tumor cerebral na sua casa em Fort Lee, Nova Jersey. Ela estava em coma dois dias antes da sua morte e estava com cancro.
Depois de sua morte, seu corpo embalsamado, foi levado para Miami e Nova York, de tal maneira que todos puderam render homenagens.
Seu funeral reuniu mais de 150 mil pessoas em Miami e em Nova York. O mundo inteiro lhe rendeu homenagens. América Latina se rendeu aos seus pés e a comunidade artística mundial reconhecia a um de seus mais altos expoentes. O funeral de Nova York constituiu um dos mais grandes que essa cidade recorda, superando inclusive ao de Judy Garland em 1969.
Em Fevereiro de 2004 , seu último álbum, publicado depois de sua morte, ganhou um prémio póstumo em os Premios Lo Nuestro como melhor álbum de salsa do ano.


Fonte: Wikipédia