sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Tombe la Neige.

Salvatore Adamo (italo/belga) é um cantor « francófono », seus grandes sucessos são: Inch'Allah, C'est ma vie, F comme femme....... Nasceu em Comiso (Italia) em 1 de Novembro de 1943, no seio de uma família pobre com 7 filhos. Estudou numa escola religiosa de educação rígida. O sonho dos seus pais era oferecer-lhe um futuro glorioso. Aluno consciencioso e solitário, Adamo revelou um grande dom para o canto. Adolescente, participou num concurso radiofónico em que ganhou o 1º prémio. Ao mesmo tempo gravou o 1º disco, sem sucesso. Desanimado pensou retomar os estudos. Seguindo o conselho do pai, António, um velho mineiro, Adamo tomou o caminho da capital para tentar a sua sorte. Sustentado pelo pai bateu sem cessar às portas das editoras e assinou por fim um contrato. Em 1963, lançou « Sans toi, ma mie », seu primeiro sucesso, seguido de «Tombe la neige», «Vous permettez, Monsieur», «Les filles du bord de mer», «Mes mains sur tes hanches», «La nuit», «Inch'Allah», «C'est ma vie»..... Cantor popular por Excelência, Adamo seduziu o público em França e no estrangeiro. Ele foi idolatrado no Japão e os seus concertos tinham milhares de espectadores em todos os países do mundo. Artista emérito e trabalhador esforçado, Adamo não poupou esforços, e passou o essencial do seu tempo nas estradas, entre dois concertos. Restabelecido de um grave enfarte que teve em 1984, Adamo publicou, em 1992, «Rêveur de fonds», um novo álbum que foi objecto de críticas elogiosas. Confortado por esta popularidade reencontrada, lançou em 1994, «C’est ma vie», um disco ao vivo, recordação de uma série de concertos no Casino de Paris e título do seu disco de 1975. Em 1995, editou «La vie comme elle passe», um álbum introspectivo, muito intimista, seguido, em 1998, de «Regards». Artista apaixonado, Adamo seguiu a carreira sem se preocupar com modas e tendências. Ele provou que apesar disso a sua popularidade se mantém intocável. Ao fim de quarenta anos de carreira ele publicou «Les mots de l’âme», em 2002, um cd com os seus grandes sucessos.Em 2004 foi a vez de «Zanzibar», o álbum CD/DVD, em 2007 e a vez de «La part de l'ange» o àlbun CD, em 2008 e a vez de «Le bal des gens bien» (duetos) o àlbun CD.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Duo Ouro Negro - I




Duo Ouro Negro foi um grupo musical criado em 1956 por Raúl Indipwo e Milo MacMahon em Angola, à data uma das provincias de Portugal.

Começaram por se chamar "Ouro Negro". O nome, sugerido pela locutora Maria Lucília Dias ( Rádio Clube do Congo Português), designava localmente tudo o que fosse excepcional. O projecto centrava-se no folclore angolano de várias etnias e línguas.
Após várias apresentações em Luanda conseguem vir actuar a Lisboa, por intermédio do empresário Ribeiro Braga. Actuam com bastante sucesso no Cinema Roma e no Casino Estoril. Os dois primeiros discos, gravado em 1959, contaram com a colaboração do brasileiro Sivuca e do seu conjunto. "Muxima" e "Kuricutéla" são alguns dos temas. O terceiro disco, one foram acompanhados por com Joaquim Luís Gomes, foi gravado no início de 1961.
Regressam a Angola em 1961, pouco antes do eclodir da guerra, e entra para o grupo José Alves Monteiro. Nesta nova formação gravam 5 discos. Os temas de mais sucesso são "Garota" e "Mãe Preta".
Em 1964, novamente como duo, lançam dois discos com o Conjunto Mistério. Fazem versões dos Beatles ("Agora Vou Ser Feliz") e Charles Aznavour("La Mamma"). Outro dos discos, "Kwela", inclui "Meadowlands", "M'Bude", "N'Doa" e "Muindo Diaxala".
Começam a sua internacionalização com a actuação em países como a Suíça, França, Finlândia, Suécia, Dinamarca e Espanha.
O grupo lança a moda do kwela que foi considerado o ritmo do Verão de 1965. Paris rendeu-se à nova moda. É editado um EP com os temas "La Kwela", "La Kwela de l'Angola", "Heno vakwe" e "N'doa". Actuam no Olympia e no Alhambra.
No ano seguinte actuaram no Mónaco, por ocasião das comemorações do IV Centenário do principado. Recebem também o Prémio da Casa da Imprensa.
No final de 1966 é editado o álbum "O Espectáculo é Ouro Negro".
Em 1967 gravam o seu 2º álbum, "Mulowa África", com a colaboração do Thilo's Combo.
Participam no Grande Prémio TV da Canção de 1967 com "Livro Sem Fim" e "Quando Amanhecer". Participam também, com "Kubatokuê Mulata, no 2º Festival Internacional da Canção do Rio de Janeiro"
Realiza-se no Olympia o espectáculo "Grand Gala du Music-Hall Portugais" com Amália e outros nomes como Simone de Oliveira, o Duo Ouro Negro e Carlos Paredes, entre outros.
Em 1968 deslocam-se ao Canadá. Na RTP é apresentado o musical "A Rua d'Eliza". Actuam também nos Estados Unidos.
Participam no Festival RTP da Canção de 1969 com "Tenho Amor Para Amar" que fica novamente em 2º lugar. Ainda em 1969 actuam na Argentina e lançam o LP "Latino", lançado em Portugal com título "Sob o Signo de Yemanjá", na América Latina. "Moamba, Banana e Cola", com a orquestra de Jorge Leone, é um dos grandes sucessos de 1969.
Sivuca volta a gravar com grupo, o LP "Africaníssimo, onde juntaram os temas gravados no início da carreira.
O álbum "Blackground", com a colaboração do grupo Objectivo e de Fernando Girão, é editado em 1971. Em Agosto desse ano participam no Festival de Vilar de Mouros, juntamente com Amália Rodrigues. Grande digressão pelo Oriente.
Participam no Festival RTP da Canção de 1974 com "Bailia dos Trovadores".
Em 1975 é lançado o o single "Poema Para Allende" e o álbum "Epopeia/Lamento do Rei". É o último trabalho da década de 70 para a Valentim de Carvalho. No ano seguinte é ainda lançado um disco ao vivo.
O álbum "Lindeza!" é editado em 1979 para a Orfeu.
Voltam a gravar para a Orfeu em 81 o 2º Blackground, com novos músicos, de onde resulta um espectáculo memorável em cena no Teatro da Trindade com o Título "Império de Iemanjá".
Em 1982 é editado um single com os temas "Estou Pensando em Ti" e "Rapsódia Angolana". O álbum "Aos Nossos Amigos" é editado em fins de 1984.
O grupo termina em 1985 com a morte de Milo ocorrida em 20.02.1985.
Raul Indipwo passa a actuar a solo com o nome de Raul Ouro Negro e edita o álbum "Sô Santo", dedicado ao seu amigo Milo. Posteriormente dedicou-se mais à pintura, tendo ainda gravado um disco em 1991, dedicado às crianças de África. Em 2000 criou a Fundação Ouro Negro, dedicada à cultura e solidariedade, com sede em Portugal e Angola.
Em 1998, a EMI lançou o duplo CD "Kurikutela - 40 Anos, 40 Êxitos". O cantor comemorou os 50 anos de carreira no dia 23 de Maio de 2005, acompanhado de Bonga, Marisa, Luís Represas e Pedro Jóia.
Raul faleceu no dia 4 de Junho de 2006.


sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Sábado à Tarde...


A minha homenagem a uma das melhores vozes portuguesas... de sempre.

Paulo de Carvalho começou como baterista. Em 1962 foi um dos fundadores dos Sheiks. O sucesso da carreira da banda, a que chamaram «os Beatles portugueses», pôs-lhe fim às veleidades futebolísticas nos juniores do Benfica.
Participa no espectáculo televisivo "A Rua de Elisa" do Duo Ouro Negro.
Em 1968 a tropa pôs fim à banda. Regressado à vida civil fez parte de vários grupos, entre eles a Banda 4[1], o projecto Fluido e o Thilo´s Combo de Thilo Krassmann.
O EP da Banda 4 é lançado na segunda metade de 1968. Em 1969 formou o grupo de rock psicadélico Fluido com Filipe Mendes (Chinchilas), Edmundo Silva (ex-Sheiks, ex-Banda 4) e Cristiano Semedo (ex-Banda 4). Tratava-se de um projecto músico-cultural com a colaboração de Vasco Noronha e Dórdio Guimarães.
Apesar de nos dois primeiros projectos ser o vocalista principal, só em 1970 inicia uma carreira verdadeiramente a solo ao ser convidado, por Pedro Osório e Carlos Portugal, para cantar "Corre Nina", no Festival RTP da Canção. Canta "Walk On The Grass" de Manolo Díaz.
Obtém o Prémio Casa da Imprensa para melhor intérprete, pelo seu trabalho de vocalização em "Corre, Nina" e "A Casa da Praia" (este da autoria de Vasco Noronha e Paulo de Carvalho).
Em 1971 fica em segundo lugar no Festival RTP da Canção com "Flor Sem Tempo", da autoria de José Calvário. Colabora também com o grupo Pentágono.
A Phonogram edita, em 1971, o LP "Paulo de Carvalho" com temas dos Fluido gravados em inglês e em Português. O disco inclui "Flor Sem Nome" e "Walk On The Grass" em versões instrumentais dos Sindicato (a banda de Jorge Palma).[2].
A Movieplay lança o álbum "Eu, Paulo de Carvalho, gravado em Madrid, com as faixas "It's Been A Long Time "(Paulo de Carvalho-Vasco Noronha), "Don't Leave Me Alone" (João Gonçalves), "Ana" (Luís Pedro da Fonseca), "Waiting For The Bus" (Manolo Diaz), "Bitter Wine" (Kevin Hoidale), "Keep Your Love Alive" (Kevin Hoidale), "You Must Be Free, Bird" (João Gonçalves), "Walk On The Grass" (Manolo Diaz), "Peter And Paul" (Rui Ressurreição-Isabel Motta) e "A Flower To Be Free" (José Calvário-José Sottomayor).
É lançado o disco colectivo "Festival de Camaradagem" com Paulo de Carvalho, Fernando Tordo, Duo Orpheu e José Carlos Ary dos Santos.
Participa no filme "Perdido Por Cem" de António Pedro Vasconcelos onde interpreta o tema título ["Menina e Moça" no filme].
O cantor decide, em cima da hora, não participar no Festival RTP da canção de 1972 mas ainda lança um single com versões dos temas "Esta Festa das Cidades"e "Vamos Cantar de Pé", apresentados no certame.
Ainda em 1972, participa no VII Festival Internacional do Rio de Janeiro com a canção "Maria, Vida Fria", de José Niza e Pedro Osório. José Afonso também participou nesse festival.
Marca presença, conjuntamente com Tonicha, Teresa Silva Carvalho e com o director musical Thilo Krasmann, na 14ª edição da Taça da Europa de Cantares de Knokke.
Em Fevereiro de 1973 participa no Festival RTP da Canção com "Semente".
No verão de 1973 dá-se uma transferência da Movieplay-Procope para a Orfeu-Arnaldo Trindade. Viaja até Madrid para gravar o seu primeiro LP de originais. É editado o single "Animal Farm/I’ll Be There With You" com música de Paulo de Carvalho e José Calvário e letras de Kevin Hoidale.
Vence o Festival RTP da Canção de 1974 com E Depois do Adeus. Esta canção foi uma das senhas para o Revolução dos Cravos. Na Eurovisão ficou em último lugar ex-aequo com as canções representantes da Noruega, Alemanha e Suíça.
Escreve o hino do Partido Popular Democrático, a convite de Francisco Sá Carneiro.
Em 1975 regressa ao Festival RTP da Canção com os temas "Com Uma Arma, Com Uma Flor" e "Memória". Obtém o prémio de interpretação no festival de Slantchev Briag, Bulgária.
Entretanto inicia uma parceria com o músico Júlio Pereira de que resultam os álbuns "Não De Costas Mas De Frente" (1975) e "M.P.C.C." (1976).
Em 1976 estreia-se como compositor para outros com a canção "Lisboa Menina e Moça", celebrizada por Carlos do Carmo.
É um dos fundadores da cooperativa artística "Toma Lá Disco", com Ary dos Santos, Fernando Tordo, Joaquim Pessoa, Carlos Mendes, Luís Vilas Boas, entre outros.
Grava um LP com a colaboração do Trio Araripa, com arranjos do contrabaixista José Eduardo. O disco é editado em 1977.
Vence o Festival RTP da Canção de 1977 com Os Amigos. Participa no Festival da OTI 1977, realizado em Madrid, com "Amor Sem Palavras, com texto de Joaquim Pessoa. Colabora também no disco "Discretamente" de Very Nice
Em 1978 grava o álbum "Volume I" que inclui canções como "Nini dos Meus Quinze Anos", "Gostava de Vos Ver Aqui" e "Cab'Verde na Estrela". O disco conta com arranjos de Pedro Osório e colaboração de Fernando Assis Pacheco.
Com nomes como Ary dos Santos, Joaquim Pessoa, Fernando Tordo e Carlos Mendes grava "Os Operários do Natal", uma das mais importantes obras discográficas para crianças que se fizeram em Portugal.
Em 1979 inicia actividade como produtor discográfico e A&R nacional, na editora [[Nova (editora)Nova)), para a qual cria a etiqueta Boom (Adelaide Ferreira, Manuela Moura Guedes, etc...).
Os Sheiks regressam em 1979 para uma série de 13 programas da RTP. O grupo grava os discos "Pintados de Fresco" e "Sheiks com Cobertura". Em 1979 grava "Cantar de Amigos" em conjunto com Tózé Brito.
Em Março de 1980 obtém o 2º lugar no Festival Internacional de Viña del Mar, Chile, com "Mi Amor Por Ana". No Festival SOPOT da Polónia obtém o prémio para melhor intérprete.
Grava o álbum "Até Me Dava Jeito" com canções como "10 Anos". O disco conta com a participação especial de Rui Veloso.
Assina contrato com a Polygram, a convite de Cláudio Condé e Tózé Brito. Grava em Espanha, com produção de Joni Galvão, o álbum "Abracadabra", com canções como "Executivo" e "Abracadabra".
Em 1982 recebe o prémio da casa da imprensa
Edita "Cabra Cega", gravado novamente em Madrid e com Joni Galvão, onde é acompanhado pelos músicos Carlos Araújo, André Sarbib, Miguel Braga, Zé Rato e Fernando Nascimento. Assim nasce o Quinteto de Paulo de Carvalho.
A compilação "A Arte e a Música de Paulo de Carvalho" é lançada em 1982 reunindo alguns dos êxitos assinados entre os anos de 1971 e 1981.
Com o seu Quinteto, que entretanto passa a integrar Helena Isabel, participa no Festival RTP da Canção de 1984 com o tema "(Já) Pode Ser Tarde".
O álbum "Desculpem qualquer coisinha", de 1985, para o qual convidou o guitarrista Alcino Frazão, inclui o grande sucesso "Meninos de Huambo" de Rui Mingas e Manuel Rui Monteiro. É o primeiro disco de Ouro da sua carreira.
Em 1986 lança novo disco, "Um Homem Português", acompanhado principalmente pela guitarra portuguesa de Alcino Frazão. Inclui "Mesa no café" com poema de Mário de Sá-Carneiro.
Assina com a CBS e grava o disco "Terras da Lua Cheia", com a colaboração de Luís Oliveira. "Prelúdio-Mãe Negra", uma das canções desse disco, tem poema da angolana Alda Lara. Outro dos temas é "Coração Vagabundo" com Carlos do Carmo e a filha, Mafalda Sacchetti, canta em "Quando Eu For Grande".
Em 1989, com Carlos Mendes, Fernando Tordo e Pedro Osório participa em, "Só Nós Três", um dos espectáculos mais importantes da nossa música ligeira.
Em 1991 entra para a UPAV (União Portuguesa de Artistas de Variedades).
Grava o álbum "Gostar de Ti" com temas como "Gaivota", "Deixa Lá O Pior já Passou" e "Para um Amigo". Dos músicos participantes destacam-se Armindo Neves e Paulo Jorge Santos (guitarra portuguesa).
É um dos autores do tema "Cidade Até Ser Dia" de Anabela que venceu o Festival RTP.
Por ocasião dos 30 Anos de Carreira é homenageado pela Casa de Imprensa na Grande Noite do Fado.
Inicia o projecto Música D'Alma, onde participam músicos e compositores de cultura Ibérica e Africana, tais como Vicente Amigo (Espanha), Tito Paris (Cabo Verde), Felipe Mukenga (Angola) e Mingo (Moçambique). O projecto edita um disco com o mesmo nome e realiza espectáculos no Canadá e Cabo Verde, bem como uma digressão em Portugal.
Inicia uma colaboração com a Fundação Nacional da Luta Contra a Sida e com as ONGS, participando em espectáculos e compondo músicas cujos direitos revertem a favor da luta contra a Sida. "Aparecida" apareceu no Festival da Canção cantada por Zé Carvalho e ficou em 7º lugar. Mais tarde foi a cantiga da Abraço, no Coliseu.
O espectáculo "Fado em Sinfonia em 23 de Novembro" é apresentado no CCB com a Orquestra Sinfónica Portuguesa sob a direcção do maestro Álvaro Cassuto.
O disco "Alma" de 1994, gravado nos estúdios Abbey Road com a London Symphony Orchestra, inclui uma versão de "Pomba Branca", em dueto com Dulce Pontes. O trabalho é apresentado ao vivo em Caracas, na Venezuela, com a participação da Orquestra Sinfónica de Caracas.
Os 33 Anos de carreira são assinalados em 1995 com a edição do disco "33...Vivo". Inicia colaboração discográfica com a editora BMG.
"Fados Meus" é o seu trabalho discográfico de 1996 onde colaboram nomes como Carlos do Carmo, Rita Guerra e Maria João. Participa no espectáculo "4 Caminhos".
Em 1997 pede rescisão de contrato com a BMG e inicia uma temporada de actuações no Casino Estoril, onde se mantém até ao final de 1998.
Juntamente com Ivan Lins realiza um espectáculo no Anfiteatro da Doca durante a Expo-98. Participa na banda sonora da novela "Os Lobos" com "Fado" (letra de Dulce Pontes) e "Nesta Lisboa".
Participa, conjuntamente com Rita Guerra, no espectáculo "Dagama - Concerto para 6 Músicos, 2 Cantores e 1 Computador" de Pedro Osório.
Em Outubro de 1999 é editado o disco "Mátria" produzido por Ivan Lins que também interpreta as duas versões alternativas de "Mulher É Vida" e "O Fado" publicadas no final do disco.
Em 2000 participa em dois temas do CD da Campanha Pirilampo Mágico, no geral e em "Talvez em Algum Lugar", um dueto com Lara Li.
Em 2001 (ano do voluntariado) fez a música e deu voz à campanha do voluntariado. O tema "Vai e Faz" foi incluido nuuma colectânea internacional destinada a celebrar o Ano Internacional do Voluntariado.
A Movieplay lançou em 2002 uma Antologia, seleccionada por José Niza, com 40 das suas melhores canções. Também nesse ano, a Universal Music Portugal publicou a colectânea Paulo de Carvalho.
Em 2003, Paulo de Carvalho realiza uma série de espectáculos denominados "Uma Voz, Uma Vida".
Em Maio de 2004 é editado o CD "Cores do Fado" que voltou a contar com a colaboração do cantor e compositor brasileiro Ivan Lins.
Em 2006 aceita o convite da editora Farol Música para regravar algumas das suas melhores canções. É lançado o disco "Vida" que se torna um grande sucesso.
Em 2008 é lançado o disco "O Amor" com temas como "Canção Para Tito Paris" (com Ivan Lins) e "O Mundo Inteiro". O disco inclui versões de "Meu Fado Calado" (original de Miguel Braga), "É Morna" (Nancy Vieira), "Rockinho Mandado"(Sheiks) e regravações de "Menina da Lua" e "Viva A Vida", gravadas anteriormente por Mafalda Sacchetti e Claud. No disco participam também Agir, Mariza e Tito Paris.
Foi condecorado com o grau de Oficial da Ordem da Liberdade, a 10 de Junho de 2009.

Fonte: Wikipédia.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

The Byrds

A banda foi formada em 1964 por Jim McGuinn (batizado como James McGuinn III, nascido em 13 de Julho de 1942 em Chicago, Illinois) (ele mudou o nome para Roger McGuinn in 1967), Gene Clark (batizado como Harold Eugene Clark, nascido em 17 de novembro de 1944 em Tipton, Missouri; morto em 24 de maio de 1991) e David Crosby (batizado como David Van Cortland Crosby, nascido em 14 de agosto de 1941 em Los Angeles). O baixista Chris Hillman (nascido em 4 de dezembro de 1944 em Los Angeles) e o baterista Michael Clarke (batizado como Michael Dick, nascido em 3 de junho de 1946, em New York; morto em 19 de dezembro de 1993) juntaram-se a banda depois.
Quando ainda eram um trio gravaram a música "The Only Girl I Adore" se autodenominando como The Jet Set. Após tornarem-se um quinteto eles passaram a ensaiar e gravar na World Pacific Studios em Los Angeles e lançaram um compacto com as músicas "Please Let Me Love You" e "Don't Be Long" sob o nome de The Beefeaters.

[editar] Folk Rock
Em 1964, assinaram um contrato com a Columbia Records e mudaram o nome para The Byrds. Em 20 de janeiro de 1965, gravaram a canção "Mr. Tambourine Man", de autoria de Bob Dylan. A canção recebeu um tratamento elétrico, no que ficou conhecido como folk rock. Atingiu o primeiro lugar na Billboard Hot 100 e na UK Singles Chart. (Wikipédia)

terça-feira, 28 de julho de 2009

Creedence Clearwater Revival.




Have you ever seen the rain?


Creedence Clearwater Revival foi uma banda de rock and roll americana formada por John Fogerty (guitarra e vocais principais), Tom Fogerty (guitarra), Stu Cook (baixo) e Doug Clifford (bateria), que, sob outras denominações, tocavam juntos desde 1959. Adoptaram o nome Creedence Clearwater Revival em 1967, com o qual lançaram as primeiras gravações em 1968. O nome C.C.R. surgiu pela junção do nome de um amigo do Tom Fogerty chamado “Creedence Nubal” e por um comercial de cerveja “Clearwater”. Já naquele ano obtiveram disco de ouro com o álbum Creedence Clearwater Revival. Ao longo da carreira, entre singles e álbuns, conquistaram nove discos de ouro e sete discos de platina. Separaram-se em Julho de 1972. John Fogerty foi quem teve mais êxito na carreira solo. Seu irmão Tom faleceu em 6 de Setembro de 1990. Recentemente, Stu Cook e Doug Clifford formaram o genérico Creedence Clearwater Revisited, e passaram a excursionar pelo mundo, tocando antigos sucessos da banda original.



Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Eddie Cochran - Teenage Heaven 1959


Eddie Cochran ou Edward Ray Cochrane (Oklahoma City, Oklahoma, 31 de Outubro de 1938 - Londres, 17 de Abril de 1960) foi um músico americano de rockabilly.
Começou a sua carreira musical em 1955 com seu amigo Hank Cochram (sem parentesco), que mais tarde viraria compositor “country”. A dupla gravava como The Cochran Brothers, enquanto Eddie trabalhava como músico de sessão e compunha as suas próprias músicas.
Em 1956, Boris Petroff convidou Cochran para participar do filme The Girl Can't Help It. Ele aceitou, apresentando a música "Twenty-Flight Rock". Mas o seu primeiro sucesso só apareceria em 1957, uma de suas poucas canções escritas por outra pessoa, chamada "Sittin' in the Balcony". Cochran é mais lembrado por sua composição "Summertime Blues", que ajudou a modelar o formato do rock nos anos 60, tanto liricamente quanto musicalmente. Sua curta carreira foi marcada por mais alguns sucessos, como "C'mon Everybody", "Somethin' Else", "My Way", "Weekend", "Nervous Breakdown" e seu hit póstumo "Three Steps to Heaven".
Em 1960 Cochran morreu num acidente de trânsito em Londres. O táxi em que viajava capotou e o arremessou para fora. Sua namorada, a compositora Sharon Sheeley e seu amigo, o cantor Gene Vincent, sobreviveram.
Eddie Cochran está enterrado no cemitério Forrest Lawn Cypress em Cypress, Califórnia. Um álbum póstumo, My Way, foi lançado em 1964.

Fonte: Wikipédia

domingo, 12 de julho de 2009

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Guantanamera.


Compay Segundo, nascido Maximo Francisco Repilado Muñoz a (18 de Novembro de 1907 - 13 de Julho de 2003) em Siboney - Cuba. Violonista, clarinetista, tresero e compositor cubano.
Compay Segundo foi um artista único. A maneira que produzia o som se ajustava ao modelo da zona oriental de Cuba, pelo que é reconhecido como um grande representante da cubanía.
Os estilos em que transitava eram: son, guaracha, bolero, além de canciones com marcados matizes caribenhos. Sua voz, grave e redonda, acompanhou célebres cantores de fama internacional. Com os muchachos de seu grupo, foi capaz de fazer dançar multidões de todos os continentes. Realizou tournés pela América Latina e Europa, particularmente Espanha, onde gravou seus últimos discos. Sobretudo partir de 1992, criou-se, na Espanha, um ambiente favorável para a trova e o son tradicional e foram convidados antigos e respeitados músicos desse estilo. Com isso, em 1995, Compay Segundo teve uma antologia sua organizada por Santiago Auserón, e foi o início de sua consagração internacional e a retomada de sua carreira artística.
Compay Segundo participou ativamente do ambicioso projeto Buena Vista Social Club, um disco produzido por Ry Cooder, em 1996, em que se reuniram os grandes nomes da música cubana, como Ibrahim Ferrer, Juan de Marcos González, Rubén González, Manuel "Puntillita" Licea, Orlando "Cachaito" López, Manuel "Guajiro" Mirabal, Eliades Ochoa, Omara Portuondo, Barbarito Torres, Amadito "Tito" Valdés e Pio Leyva. O disco foi premiado com o Grammy e promoveu um ressurgimento fabuloso de músicos cubanos que, em alguns casos, estavam no ostracismo por mais de 10 anos.
O disco é o tema central do documentário homónimo, dirigido pelo alemão Wim Wenders.

domingo, 5 de julho de 2009

Yo viviré - Célia Cruz




Úrsula Hilaria Celia Caridad Cruz Alfonso (Havana, 21 de Outubro de 1925 — Fort Lee, 16 de Julho de 2003) foi uma cantora cubana.
Saiu de seu país em 1959, nunca mais retornando, em virtude do regime de Fidel Castro. Foi para o México, onde gravou com outros artistas como Tito Puente. Do México mudou-se para Nova York, onde passou a maior parte de sua vida e morou até o fim dela.
Foi uma das maiores intérpretes cubanas do século XX, tendo recebido vinte discos de ouro e recebendo o título de "Rainha da Salsa".
Participou da novela mexicana, "El alma no tiene color" (1997), exibida no Brasil em 2001 pelo SBT com o título "A alma não tem cor". Foi casada durante 41 anos, com o também cantor cubano Pedro Knight.
Em 16 de Julho de 2003, ela morreu devido a um tumor cerebral na sua casa em Fort Lee, Nova Jersey. Ela estava em coma dois dias antes da sua morte e estava com cancro.
Depois de sua morte, seu corpo embalsamado, foi levado para Miami e Nova York, de tal maneira que todos puderam render homenagens.
Seu funeral reuniu mais de 150 mil pessoas em Miami e em Nova York. O mundo inteiro lhe rendeu homenagens. América Latina se rendeu aos seus pés e a comunidade artística mundial reconhecia a um de seus mais altos expoentes. O funeral de Nova York constituiu um dos mais grandes que essa cidade recorda, superando inclusive ao de Judy Garland em 1969.
Em Fevereiro de 2004 , seu último álbum, publicado depois de sua morte, ganhou um prémio póstumo em os Premios Lo Nuestro como melhor álbum de salsa do ano.


Fonte: Wikipédia


sexta-feira, 19 de junho de 2009

Zeca Pagodinho




ZECA Pagodinho, nome artístico de Jessé Gomes da Silva Filho, (Rio de Janeiro, 4 de Fevereiro de 1959) é um cantor e compositor brasileiro, filho de Iréia e Jessé.
Sua primeira gravação foi em 1981, com a canção "Camarão que dorme a onda leva", de sua autoria e de Arlindo Cruz, a partir do convite de sua madrinha Beth Carvalho.
Desde então, Zeca já gravou mais de 18 discos e é considerado um grande nome do gênero samba e pagode. O artista, que começou sua carreira nas rodas de samba dos bairros de Irajá e Del Castilho, periferia do Rio de Janeiro, tornou-se tão imensamente popular que seus shows chegam a ser contratados por cachês generosos, e dificilmente um admirador que mora nas periferias do Brasil tem condições de adquirir um ingresso para ver o Zeca nas mais badaladas casas de espetáculo do país.
Sempre fiel a suas características de irreverência e jocosidade, Zeca recebe também reconhecimento da crítica e de artístas e compositores consagrados. Nei Lopes afirma que o sambista "é uma das poucas unanimidades nacionais, elevado ao patamar do mega-estrelato pop pelas gravadoras".
Zeca nasceu em Irajá onde desde pequeno passou a frequentar rodas de samba influenciado por sua família. Morou em vários bairros do Rio mas sempre demonstrou enorme apreço por Xerém (distrito de Duque de Caxias), na qual possui um sítio e uma escola de música para crianças carentes da região.
Fonte: Wikipédia

terça-feira, 16 de junho de 2009

Dar e Receber - Martinho da Vila e Katia Guerreiro



Martinho José Ferreira (Duas Barras, 12 de Fevereiro de 1938) é um músico brasileiro.
Filho de lavradores da Fazenda do Cedro Grande, veio para o Rio de Janeiro com apenas quatro anos. Quando se tornou conhecido, voltou a Duas Barras para ser homenageado pela prefeitura em uma festa, e descobriu que a fazenda onde havia nascido estava à venda. Não hesitou em comprá-la e hoje é o lugar que chama de “meu off-Rio”. Cidadão carioca criado na Serra dos Pretos-Forros, a primeira profissão foi como Auxiliar de Químico Industrial, função aprendida no curso intensivo do SENAI. Mais tarde, enquanto servia o exército como Sargento Burocrata, cursou a Escola de Instrução Especializada, tornando-se escrevente e contador, profissões que abandonou em 1970, quando deu baixa para se tornar cantor profissional.
A carreira artística surgiu para o grande público no III Festival da Record, em 1967, quando concorreu com a música “Menina Moça”. O sucesso veio no ano seguinte, na quarta edição do mesmo festival, lançando a canção “Casa de Bamba”, um dos “clássicos” de Martinho .
O primeiro álbum, lançado em 1969, intitulado Martinho da Vila, já demonstrava a extensão de seu talento como compositor e músico, incluindo, além de “Casa de Bamba”, obras-primas como “O Pequeno Burguês”, “Quem é Do Mar Não Enjoa” e “Prá Que Dinheiro” entre outras menos populares como “Brasil Mulato”, Amor Pra que Nasceu” e “Tom Maior”.
Logo tornou-se um dos mais respeitados artistas brasileiros além de um dos maiores vendedores de disco no Brasil, sendo o primeiro sambista a ultrapassar a marca de um milhão de cópias com o CD “Tá Delícia, Tá Gostoso” lançado em 1995. Destacam-se Zeca Pagodinho, Simone e Alcione como os maiores intérpretes.
Hoje, é impossível saber de cor todos os prêmios que ganhou. Toda essa história está no rico acervo em sua cidade natal, Duas Barras. Entre os títulos guardados com carinho estão os de Cidadão Carioca, Cidadão benemérito do estado do Rio de Janeiro , Comendador da República em grau de oficial e a Ordem do Mérito Cultural, por sua contribuição à cultura brasileira. Na coleção de medalhas, guarda a Tiradentes, além da famosa Pedro Ernesto, e na carreira musical ganhou em 1991 o Prêmio Shell de Música Popular Brasileira.
Sua dedicação à escola de samba do coração, Unidos de Vila Isabel, iniciou em 1965. Antes, participava da extinta Aprendizes da Boca do Mato. A história da Unidos de Vila Isabel se confunde com a de Martinho. Desde essa época, assina vários sambas-enredo da escola.
Também envolvido nos enredos da escola, criou o “Kizomba A Festa da Raça” que está entre os mais memoráveis da história dos desfiles, e garantiu para a Vila, em 1988, seu consagrado título de campeã no Grupo Especial.
Embora internacionalmente conhecido como sambista, com várias composições gravadas no exterior, Martinho da Vila é um legítimo representante da MPB e compositor eclético, tendo trabalhado com o folclore e criado músicas dos mais variados ritmos brasileiros, tais como ciranda, frevo, côco, samba de roda, capoeira, bossa nova, calango, samba-enredo, toada e sembas africanos.
Seu espírito de pesquisador incansável, viaja desde o disco “O Canto das Lavadeiras”, baseado no folclore brasileiro, lançado em 1989, até o mais recente trabalho “Lusofonia” , lançado no início de 2000, reunindo músicas de todos os países de língua portuguesa.
Em setembro de 2000 concretizou, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, um de seus projetos mais cultuados: a apresentação do “Concerto Negro” . Idealizado por Martinho e pelo maestro Leonardo Bruno, o espetáculo enfoca a participação da cultura negra na música erudita.
Para cuidar de suas diversas atividades, criou o Grupo Empresarial ZFM abrindo as portas para sambistas com um selo musical e inaugurando sua própria editora, com seu primeiro romance “Joana e Joanes”.

domingo, 14 de junho de 2009

Um dia de domingo...



Gal Costa, nome artístico de Maria da Graça Costa Penna Burgos, (Salvador, 26 de Setembro de 1945) é uma cantora brasileira.
Gal Costa é filha de Mariah Costa Pena, falecida em 1993 que foi sua grande incentivadora, e Arnaldo Burgos. Sua mãe contava que durante a gravidez passava horas concentrada ouvindo música clássica, como num ritual, com a intenção de que esse procedimento influísse na gestação e fizesse que a criança que estava por nascer fosse, de alguma forma, uma pessoa musical. Gal jamais conheceu o seu pai, que faleceu quando ela tinha por volta de 15 anos. Por volta de 1955 se torna amiga das irmãs Sandra e Dedé (Andréia) Gadelha, futuras esposas dos compositores Gilberto Gil e Caetano Veloso, respectivamente. Em 1959 ouve pela primeira vez o cantor João Gilberto cantando Chega de saudade (Tom Jobim/Vinícius de Morais) no rádio; João também exerceu uma influência muito grande na carreira da cantora, que também trabalhou como balconista da principal loja de discos de Salvador da época, a Roni Discos. Em 1963 é apresentada a Caetano Veloso por Dedé Gadelha, inciciando-se a partir uma grande amizade e profunda admiração mútua que perdura até hoje. (Fonte: Wikipédia)

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Águas de Março - Elis Regina




Elis Regina Carvalho Costa (Porto Alegre, 17 de Março de 1945 – São Paulo, 19 de Janeiro de 1982) foi uma cantora brasileira. De morte trágica e prematura, deixou vasta e brilhante obra na música popular brasileira. Era carinhosamente chamada a Pimentinha. Considerada por boa parcela de músicos e público como uma das maiores cantoras da MPB. O estilo musical interpretado ao longo da carreira percorria assim o "fino da bossa nova", firmando-se como uma das maiores referências vocais deste género. Aos poucos, o estilo MPB, pautado por um hibridismo ainda mais urbano e 'popularesco' que a bossa nova, distanciando-se das raízes do jazz americano, seria mais um estilo explorado. Já no samba consagrou Tiro ao Álvaro e Iracema (Adoniran Barbosa), entre outros. Notabilizou-se pela uniformidade vocal, primazia técnica e uma afinação a toda prova. O registro vocal pode ser definido como de uma mezzo-soprano característico com um fundo levemente metálico e vagamente rouco.



segunda-feira, 8 de junho de 2009

Sonho Impossível - Maria Bethânia




Maria Bethânia Viana Teles Veloso (Santo Amaro da Purificação, Bahia, 18 de Junho de 1946)
Nascida na Bahia, é a sexta filha de José Teles Veloso (Seu Zezinho), funcionário público dos Correios, e de Claudionor Viana (Dona Canô). É irmã da escritora Mabel Veloso e do compositor Caetano Veloso, e tia da cantora Belô Velloso.
Seu nome foi escolhido pelo irmão Caetano Veloso, inspirado em uma canção famosa à época, a valsa Maria Betânia, do compositor Capiba, um sucesso na voz de Nélson Gonçalves.
Maria Bethânia tornou-se uma das principais intérpretes da música brasileira assim como Caetano, um dos maiores cantores e compositores contemporâneos brasileiros, mundialmente conhecido.
Bethânia foi criada na cidade de Santo Amaro da Purificação e, por ter sido criada na religião católica com influência do candomblé, é devota de vários santos e adepta tradicional do segmento religioso africano Ketu.

Fonte: Wikipédia


sexta-feira, 5 de junho de 2009

Chico Buarque.



Francisco Buarque de Hollanda, conhecido como Chico Buarque (Rio de Janeiro, 19 de Junho de 1944) é um músico, dramaturgo e escritor brasileiro. Filho do historiador Sérgio Buarque de Holanda, iniciou sua carreira na década de 1960, destacando-se em 1966, quando venceu, com a canção A Banda, o Festival de Música Popular Brasileira. Em 1969, com a crescente repressão da Ditadura Militar no Brasil, se auto-exilou na Itália, tornando-se, ao retornar, um dos artistas mais ativos na crítica política e na luta pela democratização do Brasil. Na carreira literária, foi ganhador do Prêmio Jabuti, pelo livro Budapeste, lançado em 2004.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Os Búzios... e o destino.




Ana Moura (Santarém, 1979), é uma fadista portuguesa.
Ana Moura é natural de Coruche, mas como esta localidade não dispunha de maternidade, nasceu na capital de distrito, ou seja, Santarém.
Reconhecida internacionalmente, Ana Moura estreou-se com Guarda-me a Vida na Mão (2003), lançando seguidamente Aconteceu (2005). Canta, também, em vários em locais da noite lisboeta e deu-se a conhecer na televisão ao lado de António Pinto Basto, em Fados de Portugal.
Para Além da Saudade (2007), contendo músicas como Os Búzios ou O Fado da Procura é o seu mais recente álbum. Com este último disco, Para além da Saudade, Ana Moura ficou conhecida do grande público português, também devido às participações em programas como Contacto e Família Superstar, ambos na SIC, e no Sexta à Noite, de José Carlos Malato, na RTP. Estas aparições na televisão ajudaram-na a promover este disco, conseguindo alcançar a Platina, por vendas superiores a vinte mil unidades, e a permanecer várias semanas no TOP 30 de Portugal.
Com o mesmo disco recebeu uma nomeação para os Globos de Ouro, na Categoria de Música, para Melhor Intérprete Individual, que acabou por perder para Jorge Palma.
Em 2007, Ana Moura participou no concerto dos Rolling Stones no Estádio de Alvalade XXI, em Lisboa, cantando, em dueto com Mick Jagger, o tema “No Expectations” da banda britânica.




sexta-feira, 29 de maio de 2009

La Vie en Rose



Édith Piaf (Édith Giovanna Gassion) nasceu em Paris, França no dia 19 de dezembro de 1915 e faleceu em Grasse, França no dia 10 de outubro de 1963. Foi uma cantora francesa de música de salão e variedades, mas foi reconhecida internacionalmente pelo seu talento no estilo francês da chanson. Seu canto expressava claramente sua trágica história de vida. Entre seus maiores sucessos estão "La vie en rose" (1946), "Hymne à l'amour" (1949), "Milord" (1959), "Non, je ne regrette rien" (1960). Participou de peças teatrais e filmes. Em junho de 2007 foi lançado um filme biográfico sobre ela, chegando ao cinemas brasileiros em agosto do mesmo ano com o título "Piaf - Um Hino Ao Amor" (originalmente "La Môme", em inglês "La Vie En Rose"), direção de Olivier Dahan.


quarta-feira, 27 de maio de 2009

Et maintenant (« Champs-Elysée » 1987)





Gilbert Bécaud (Toulon, 24 de Outubro de 1927Paris, 18 de Dezembro de 2001) foi um cantor, compositor e actor francês, conhecido como Monsieur 100,000 Volts pelos seus espectáculos cheios de energia.
Os seus maiores sucessos foram provavelmente Nathalie e Et maintenant, mais tarde traduzida para inglês com o título What Now My Love.
No ano de 2001 faleceu de cancro pulmonar, a bordo de sua bote-casa no Rio Sena.



Fonte: Wikipédia

domingo, 24 de maio de 2009

Para o fim da tarde de domingo...



Bronski Beat - Smalltown Boy


Jimmy Somerville nasceu em Glasgow, a 22 de Junho de 1961, foi um dos mais influentes cantores synthpop britânico.
Em 1983, formou o trio de synthpop Bronski Beat, juntamente com Steve Bronski e Larry Steinbachek em Brixton, Londres.
Era uma banda com temática abertamente gay, assim como Jimmy, o que ficou bem claro tanto em "Smalltown Boy", single de estréia do trio, a quanto do álbum de estréia, The Age of Consent (A era do consentimento).



quarta-feira, 20 de maio de 2009

Think Twice - Celine Dion



Céline Marie Claudette Dion (Charlemagne, 30 de Março de 1968) é uma cantora canadiana.
Tornou-se um enorme sucesso em sua cidade natal ainda criança aos onze anos de idade. Seu empresário (e futuro marido), René Angelil, hipotecou a sua única casa para poder financiar seu primeiro álbum (La voix du bon Dieu de 1981). Tornou-se reconhecida na Ásia e na Europa após ganhar os concursos Festival de Yamaha de 1982 e Festival Eurovisão da Canção 1988. Ao longo do tempo se tornou a maior recordista de vendas de toda história da música mundial sendo considerada a maior cantora do mundo.
A música de Céline Dion foi influenciada por vários géneros: do pop ao rock, do jazz ao clássico e o gospel. A cantora é admirada pelas suas habilidades vocais, possuindo 4,2 oitavas de tessitura e sendo capaz de alcançar nos agudos notas na 5ª , 6º oitavas em performances ao vivo , como em 2008 na música "It's a Man's World" , durante sua Turnê Mundial. Céline lançou vários álbuns notáveis, de vendagens jamais vistas, se tornando a cantora mais bem sucedida de todos os tempos, vendendo mais de 350 milhões de álbuns - sem incluir seus doze álbuns do ínicio de sua carreira, cantados em francês - além de ter sido reconhecida com vários Grammys, Oscars, World Music Awards, American Music Awards, Globos de Ouro. Antes de anunciar que iria parar de cantar por tempo indeterminado em 1999, para se dedicar à maternidade, e cuidar do seu marido doente com câncer na laringe. Em 2002, Céline regressou ao estrelato musical com o álbum Anew day has come, em 2004, recebeu o prémio especial do World Music Awards reconhecendo Céline Dion, como a maior cantora e maior recordista de vendas de toda história da música mundial. Atualmente, Dion se encontra em Tour Mundial, intitulada de Taking Chances World Tour, uma mega turnê mundial por mais de 130 cidades. A diva canta seus maiores sucessos e novas canções de seu novo álbum Taking Chances em meio de vários telões, elevadores, dançarinos e efeitos especiais. Taking Chances World Tour teve início em Fevereiro de 2008 e irá até Março de 2009.

domingo, 17 de maio de 2009

Para o fim da tarde de domingo...


Busindre Reel
José Ángel Hevia Velasco, known professionally as Hevia (born 1967 in Villaviciosa, Asturias), is a Spanish bagpiper – specifically, an Asturian gaita player. He commonly performs with his sister, Maria José, on drums. In 1992 he was awarded first prize for solo bagpipes at the Festival Interceltique de Lorient, Brittany.
Possibly his most recognisable composition is the 1999 piece Busindre Reel, from his first album Tierra de Nadie.
Hevia is known for helping invent a special brand of electronic MIDI bagpipes, which he is often seen playing live. The instrument was developed with Alberto Arias (pupil and computer programmer) and the electronic technician Miguel Dopico.
Two of Hevia's tracks, La Línea Trazada and El Garrotin (single release), appeared on the cross-platform video game Vigilante 8: 2nd Offense. His music also features in Walt Disney World at Epcot, just before the nightly IllumiNations: Reflections of Earth fireworks show.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Mudança...


O início deste "espaço" estava voltado quase e só para a música "jazz". No entanto, e porque também gostamos de outros géneros musicais, irá ser mais abrangente. Foi o tempo de reflectir para voltarmos de novo ao v/ convívio... em mudança.



"Le Metèque"

Georges Moustaki (Alexandria, 3 de Maio de 1934), nascido Yussef Mustacchi, é um compositor e cantor francês.
Nascido no Egipto, de pais judeus gregos originários de Corfu, cresceu em um ambiente multicultural (judeu, grego, italiano, árabe, francês) e cedo se apaixonou pela literatura e pela canção francesa - particularmente por Édith Piaf.
Transfere-se para Paris em 1951. Trabalha como jornalista, depois barman em um piano-bar, o que o leva a conhecer personalidades do mundo musical da época, como Georges Brassens, que terá grande influência sobre sua carreira e de quem adota o nome. Em 1958, encontrará Édith Piaf. Para ela escreverá uma das suas canções mais conhecidas - Milord - e com ela viverá um rápido e intenso romance.


Edith Piaf e Georges Moustaki
Fonte: Wikipédia

domingo, 10 de maio de 2009

Estamos de volta... num postal de correio...


Rio Grande - Postal dos Correios (Official Videoclip) 1996

segunda-feira, 30 de março de 2009

Até um destes dias...


Pois é amigos... o "Principe Real ao Entardecer" vai parar por algum tempo. Quanto? Não sei... sinceramente!...
Deixo-vos em forma de um "Até já" ... "Wind of Change" dos Scorpions...


domingo, 29 de março de 2009

Para o fim da tarde de domingo...



Recordar Pink Floyd... What else...

PULSE - PINK FLOYD - Shine On You Crazy Diamond

sexta-feira, 27 de março de 2009

Renaud Garcia-Fons



Nasceu em Paris a 24 de Dezembro de 1962. A sua família é de origem catalã. O seu pai é o pintor Pierre Garcia-Fons.
Cursou no Conservatório de Paris no inicio dos anos 80 e aprendeu com François Rabbath que lhe ensinou a técnica especial de trabalhar o arco (do Contrabaixo).
As suas influências são o jazz, música clássica passando também pelo “flamengo” e “musette” (uma espécie de Folclore imaginário). Começou a tocar com Roger Guérin. Entre 1987 e 1993 fez parte da “Orquestra de Contrabaixos” antes de ingressar na Orquestra Nacional de Jazz dirigida por Claude Barthélémy. Colaborou com os músicos de jazz como Jean-Louis Matinier, Michael Riessler, Nguyên Lê e Michel Godard.

terça-feira, 24 de março de 2009

domingo, 22 de março de 2009

Para o fim da tarde de domingo...


Quem não se lembra?... Os famosos "Shadows" tocando "FBI".

sexta-feira, 20 de março de 2009

Mário Laginha.


MARIA JOÃO & MÁRIO LAGINHA Ive Grown Accustomed to His Face

Mário Laginha (n. Lisboa 25 de Abril de 1960) é um pianista e compositor português da área do jazz.
Aprendeu piano e guitarra na infância. A ideia de seguir a carreira de pianista tomou forma quando ouviu Keith Jarrett. Estudou piano na escola de jazz “Louisiana”, em Cascais, dirigida por Luís Villas Boas, e depois na Academia de Amadores de Música e no Conservatório, onde teve como professores Carla Seixas e Jorge Moyano.
Tocou primeiro em hotéis e como acompanhante de outros músicos; o primeiro trabalho profissional aconteceu no teatro, na peça Baal, de Brecht, no Teatro da Trindade. Mas a entrada a sério no mundo do jazz deu-se ao integrar o quinteto da cantora Maria João, com o qual gravou dois discos nos anos 80: Quinteto Maria João (1983) e Cem Caminhos (1985), com standards e alguns originais.
Ao mesmo tempo que tocava com Maria João, Mário Laginha criou o Sexteto de Jazz de Lisboa, com Carlos Martins, Tomás Pimentel, Edgar Caramelo e os irmãos Pedro e Mário Barreiros, com os quais gravou o LP Ao Encontro, de 1988. Com os irmãos Barreiros tocou também em trio.
Mário Laginha foi investindo cada vez mais nas suas próprias composições, afastando-se da interpretação do jazz clássico e dos standards. Em 1987, com o apoio da Fundação Gulbenkian, estreou o Decateto de Mário Laginha durante o festival Jazz em Agosto; as composições e arranjos eram totalmente seus. Nesse mesmo ano, foi considerado pela crítica o melhor músico de Jazz português.
Ao longo dos anos, trabalhou em parceria com outros grandes nomes da música portuguesa: Pedro Burmester (o concerto de Dezembro de 1993, no Centro Cultural de Belém, deu origem ao disco “Duetos”), Carlos Bica, José Peixoto e José Salgueiro (na altura, 1991, conhecidos pelo nome de grupo Cal Viva), João Paulo Esteves da Silva (em 1993 criaram o grupo Almas & Danças).
Em 1994 lançou o primeiro disco assinado com o seu nome, Hoje. No mesmo ano saíu Danças, onde voltou a colaborar com Maria João, num duo e amizade pessoal que persistem até hoje. Os dois gravaram vários discos e colaboraram em espectáculos de teatro, cinema e outras artes.
Em 1999 Mário Laginha iniciou uma colaboração de grande êxito com Bernardo Sassetti. Desde então, deram vários concertos e lançaram dois álbuns: Mário Laginha e Bernardo Sassetti (2003), e Grândolas (2004), disco integrado na comemoração dos 30 anos do 25 de Abril.
Em 2005 gravou o seu primeiro disco a solo, Canções e Fugas.
Em 2007 actuou ao vivo com Pedro Burmester e Bernardo Sassetti, no CCB (lisboa), concerto esse que foi editado em DVD com o título 3 Pianos. O repertório inclui temas de música clássica, música erudita moderna e temas dos próprios pianistas.
Em 2008 tocou com Bernardo Sassetti e Camané no espectáculo Vadios, no CCB, num espectáculo que juntou o jazz e o fado.


terça-feira, 17 de março de 2009

Jazz e animação.


Os Aristogatos e o jazz... em espanhol!...

sexta-feira, 13 de março de 2009

Paquito D'Rivera.


Paquito de Rivera y la Orquesta Sinfónica Nacional

Paquito D'Rivera (Havana, 4 de Junho de 1948) é um saxofonista e clarinetista de jazz cubano.
Paquito foi uma criança prodígio. Aos 5 anos de idade, começou seus estudos musicais com seu pai, que era um conhecido saxofonista e maestro em Cuba.
D'Rivera já tocava com a Cuban National Symphony Orchestra quando jovem.
Aos dez anos apresentou-se no Teatro Nacional em Havana e dois anos mais tarde entrou para o Conservatório de Música de Havana, onde estudaria composição, harmonia, saxofone e clarinete.
Formou com o pianista Chucho Valdés a Orquestra Cubana de Música Moderna da qual foi regente nos dois anos seguintes até deixar o grupo com mais oito integrantes para formar o Irakere.
Em meados dos anos oitenta, insatisfeito com as restrições políticas de seu país, Paquito decidiu deixar sua terra natal e em 1981, em tournée pela Espanha, pediu asilo na embaixada americana, mudando-se então para Nova Iorque.
Paquito fez suas primeiras aparições em palcos nova-iorquinos acompanhando o trompetista Dizzie Gillespie.
Em 1988 Paquito foi convidado a integrar o grupo de quinze músicos “Allstars” sob o comando de Dizzy Gillespie a United Nations Orchestra. Envolveu-se ainda em inúmeros projectos tanto como músico de jazz/cubano como de câmara, entre eles a Paquito D’Rivera Big Band e o Paquito D’Rivera Quintet, o trio de câmara Triangulo e a Caribbean Jazz Project.
Paquito já se apresentou nos mais respeitados palcos do mundo como os do Japão, Europa e nas três Américas e tocou com os maiores nomes da música internacional, entre eles, Dizzy Gillespie, Arturo Sandoval, Cláudio Roditi, Carmen McRea, McCoy Tyner, Toots Thielemans, James Moody, Benny Carter e muitos outros.


terça-feira, 10 de março de 2009

Jazz e animação.


Muito Bom!... Este anúncio do "Honda Jazz" .

sexta-feira, 6 de março de 2009

Richard Galliano


Richard GALLIANO nasceu em 12 de Dezembro de 1950, em Cannes. Incentivado por seu pai, ele próprio um músico, ele começou a tocar acordeão com a idade de quatro. Posteriormente, estudou no Conservatório de Nice, onde obteve um primeiro prémio em 1969. Músico que acompanhou por muitos anos vários artistas: Claude Nougaro, Barbara, Serge Reggiani, Charles Aznavour, Juliette Greco e Georges Moustaki. Na viragem dos 80 anos, ele orientou a sua carreira jazz ao jogar com Daniel Goyone, Michel Portal, Ron Carter, Michel Petrucciani, etc, e Richard cria um novo género musical, o "New musette". Sua música é muito popular e Richard GALLIANO, quando ela não exige um novo álbum, dá concertos em todo o mundo na prestigiada prefeituras. O acordeonista francês Richard Galliano é um virtuoso. As ocasiões para tocar jazz sucedem-se a partir de 1980 afirmando a sua mestria e conquistando em 1991 o prémio Django Reinhard da Academia Francesa do Jazz. Nunca como em Galliano se pôde desfrutar um tão extraordinário domínio técnico do acordeon e, em consequência, um fraseado, sonoridade e fluidez de tão rara qualidade.

terça-feira, 3 de março de 2009

domingo, 1 de março de 2009

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Stéphane Grappelli




Stéphane Grappelli (Paris, 26 de Janeiro de 1908 — Paris, 1 de Dezembro de 1997) foi um violinista de jazz francês.
Filho de pais italianos, foi encaminhado a um orfanato após a morte de sua mãe quando tinha apenas quatro anos e seu pai foi combater na Primeira Guerra Mundial, Grappelli iniciou sua carreira musical nas ruas de Paris e Montmartre com um violino.
Ele começou seus estudos de violino aos 13 anos de idade e estudou no Conservatório de Paris estudando piano, entre 1924 and 1928.
Fundou o Quintette du Hot Club de France com Django Reinhardt, que durou de 1934 até 1939. .
Em 1940, Grappelli começou a sua parceria com o pianista inglês cego, George Shearing, mas também se reunia com Django, esporadicamente até a sua morte em 1953.
Após a guerra ele aparece em centenas de gravações incluindo o pianista Oscar Peterson, o violinista Jean-Luc Ponty, vibrafonista Gary Burton, o cantor pop Paul Simon, o bandolinista David Grisman, o violinista clássico Yehudi Menuhin, o maestro André Previn, e o violinista Mark O'Connor. Também colaborou com o guitarrista britânico Diz Disley, gravando 13 álbuns com seu trio. Também colaborou com o renomado guitarrista britânico Martin Taylor.


domingo, 22 de fevereiro de 2009

Para o fim da tarde de domingo.


Patxi Andíon na canção "Si yo fuera mujer"... um must!...


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Arturo Sandoval




Arturo Sandoval (Artemisa, 6 de Novembro de 1949) é um trompetista e pianista de jazz cubano.
Sandoval começou a estudar o trompete aos 12 anos de idade. Mais tarde foi co-fundador do grupo Irakere e a partir de 1981 iniciou sua carreira solo.
Seu ídolo e amigo Dizzy Gillespie ajudou Arturo no seu asilo nos EUA, em 1990 e este é desde 1999 cidadão norte-americano.
Arturo Sandoval já recebeu 4 Grammys, 6 Billboard Awards e um Emmy Award.
Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009