domingo, 24 de fevereiro de 2013

Miguel Ramos - Sabe Deus.



Miguel Ramos, nasceu em Lisboa a 18 de Março de 1976, no seio de uma família de fadistas.
Desde muito novo acompanhava seu pai, Vitor Ramos, quando este ia tocar às variadas casas de fado de Lisboa.
Miguel começou a cantar num tom de brincadeira aos 8 anos de idade, na colectividade Santos Futebol Clube, na Rua de S. Bento, e desde ai nunca mais parou. Aos 14 anos iniciou a sua carreira como fadista na casa de fado "Os Ferreiras", onde se iniciou com o rei do fado Fernando Mauricio.
No ano de 1994 faz a sua primeira gravação em cassete com a editora "gravisom" acompanhado à guitarra por José Manuel Neto, à viola por Vital da Assunção (Neto do Professor Martinho da Assunção), No Baixo por Vitor Ramos e na guitarra midi por Gentil Ribeiro.
Em 1996 concorre a varios concursos de fado onde obtém em todos o 1º lugar com a balada do sol errado, Miguel Ramos destaca 3 destes concursos:
- " Fado Mora na Feira" na antiga feira popular que para além do 1º lugar ganhou também os prémios de melhor voz, melhor dicção e melhor presença.
- O concurso de fado na academia "Alunos de Apolo"
- "A Grande Noite do Fado" no coliseu dos recreios, o concurso de fado mais importante do nosso pais.
Após a consagração na grande noite do fado, foi convidado a integrar os elencos, do qual fazia parte todos os fins de semana e alguns dias durante a semana, das casas de fado mais prestigiadas do pais, onde posteriormente ficou fixo. Podemos destacar:
- O Restaurante Tipico " O Forcado" onde ficou durante 3 anos.
- O Restaurante Tipico " Os Ferreiras" onde ficou durante 8 anos.
- O Restaurante Tipico " O Faia" onde ficou durante 9 anos.
Como Fadista, Miguel Ramos, foi convidado a cantar para as Comunidades Portuguesas em paises como França, Holanda, Bélgica e Estados Unidos da América.

Aos 24 anos, foi convidado a integrar o elenco da peça de teatro "Amalia" de Filipe La Feria durante 2 anos, começou a tocar viola de fado pelas mãos de José António Carvalhinho, filho do saudoso guitarrista Carvalhinho.
Mais tarde, é convidado pelo poeta e encenador Tiago Torres da Silva para a peça de teatro "Casa de fados" no Teatro Villaret, tendo no elenco Maria João Quadros, Ana Sofia Varela, Pilar Homem de Melo, António Vasco, Carlos Gonçalves, Bernardo Couto, Dinis Lavos, Vasco Sousa e João Penedo.

Posteriormente foi convidado por Jorge Fernando a fazer parte do CD "100 anos de fado".
Como musico teve o privilegio de substituir, aquele que ainda hoje é a sua referencia musical, Carlos Manuel Proença. Miguel Ramos tocou para fadistas profissionais como Camané, Aldina Duarte, Pedro Moutinho, Lenita Gentil, António Rocha, Anita Guerreiro, Carlos do Carmo, Fernanda Baptista, Ada de Castro Ana Sofia Varela,Maria da Fé, Maria Amélia Proença entre muitos outros ilustres. 
(retirado de: http://www.portaldofado.net/content/view/2566/328/)

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Sei de Um rio - Camané




Carlos Manuel Moutinho Paiva dos Santos, conhecido por Camané (Oeiras, 22 de dezembro de 1967), é um fadista português, irmão mais velho dos também fadistas Hélder Moutinho e Pedro Moutinho.
Em 1979 ganhou a Grande Noite do Fado, numa época em que não havia competição em separado para os mais novos, o que lhe possibilitou a gravação de álbum produzido por António Chainho. Gravou mais alguns discos nesta fase.
Depois de interrupção de alguns anos regressou às lides do fado, actuando em diversas casas de fado. Participou também em produções de Filipe La Féria - "Grande Noite"; "Maldita Cocaína"; "Cabaret" - onde se evidencia.
Em 1995 grava o disco "Uma Noite de Fados" com a colaboração de José Mário Branco.
O álbum "Na Linha da Vida" foi editado em 1998.
"Esta Coisa da Alma" é o disco de 2000. "Pelo Dia Dentro" é lançado em 2001.
Grava ao vivo o disco "Como sempre… Como dantes".
A partir de 2004 esteve envolvido no projecto "Humanos" ao lado de Manuela Azevedo e David Fonseca bem como dos músicos Nuno Rafael, João Cardoso e Hélder Gonçalves, do qual resultaram dois álbuns (Humanos e Humanos ao Vivo) e um DVD, relativo aos concertos nas casas de espetáculos chamadas Coliseu de Lisboa e Coliseu do Porto, em Junho de 2005, onde Camané revelou a sua versatilidade de interpretação.
Em 2006 é lançado o DVD "Ao vivo no São Luíz".
O álbum "Sempre de Mim", editado em 2008, marca o regresso aos discos de estúdio.
Em 2010 lança o Album "Do Amor e dos Dias". Este álbum acrescenta à sua carreira o comentario a um Poema de Alexandre O'Neil, O amor é o amor. O Fado de principal deste álbum é "A guerra das Rosas" inspirado pelo Filme com o mesmo nome.
Em 2011 atuou na Brooklyn Academy of Music de Nova Iorque, num concerto elogiado pelo New York Times. (wikipédia)


domingo, 10 de fevereiro de 2013

António Zambujo - Rapaz de camisola verde.



António Zambujo cresceu no Alentejo, onde iniciou os estudos de clarinete no Conservatório Regional do Baixo-Alentejo, aos oito anos de idade. Desde muito cedo demonstrou sua preferência pelo fado, cantava no círculo familiar e de amizades, tendo como referências as interpretações de Amália Rodrigues, Alfredo Marceneiro, João Ferreira Rosa e outros. Com apenas 16 anos foi o vencedor de concurso de fado em sua cidade.
Ao terminar os estudos de clarinete, tomou o caminho de Lisboa, onde foi aceite no reconhecido Clube do Fado, no bairro de Alfama, Lisboa, dirigido por Mário Pacheco, intérprete e compositor de guitarra portuguesa.
Foi escolhido por Filipe La Féria para interpretar o papel de Francisco Cruz, primeiro marido de Amália, no musical "Amália", que esteve em cartaz durante quatro anos em Lisboa.
Em 2008, António Zambujo cantava na casa de fado "Senhor Vinho", em Lisboa. Em maio de 2009, esteve em digressão pelo Brasil, tendo sido entrevistado no "Programa do Jô", do Canal Globo de Televisão.
Ganhou o prémio Amália Rodrigues na categoria "Melhor Intérprete Masculino de Fado", que lhe atribuído em 2006 pela Fundação Amália Rodrigues. (wikipédia)




domingo, 3 de fevereiro de 2013

Katia Guerreiro - Namorico da Rita





Katia Duarte d'Almeida d’Oliveira Rosado Guerreiro mais conhecida apenas como Katia Guerreiro (Vanderbijlpark, 23 de Fevereiro de 1976) é uma fadista e médica oftalmologista portuguesa nascida na África do Sul.
ivide a sua vida entre as paixões pela música e pela medicina. É uma das mais internacionais fadistas portuguesas. O seu fado caracteriza-se por uma grande riqueza lírica, cantando escritores portugueses contemporâneos, com destaque para António Lobo Antunes.
Teve um percurso geograficamente atribulado. Nasceu na África do Sul, cresceu nos Açores, onde frequentou um rancho folclórico. Estudou e licenciou-se em Lisboa, em Medicina. Nos anos 90 do século XX foi vocalista com o grupo Os Charruas. Trabalhou no Hospital Distrital de Évora e, mais tarde, regressou à capital. Foi durante o curso que descobriu a sua veia fadista, em convívio com colegas e, de forma um pouco mais séria, em concertos, após o desafio feito pela parelha de guitarristas formada por Paulo Parreira e João Veiga.
Com a mesma parelha e o viola-baixo Armando Figueiredo, e apadrinhada pelo fadista João Braga, estreou-se em 2001 com o disco "Fado Maior". O álbum, editado pela Ocarina, conheceu grande sucesso internacional, tendo sido editado no Japão e na Coreia do Sul. Entre outros temas, inclui fados popularizados por Amália Rodrigues, a sua maior influência, e poemas musicados de Fernando Pessoa, Sophia de Mello Breyner Andresen e António Lobo Antunes.
Em 2003, também pela Ocarina, lançou o álbum Nas "Mãos do Fado". O título é uma referência à mais característica das suas poses em palco: as mãos agarradas atrás das costas. Volta a cantar António Lobo Antunes e, pela primeira vez, visita outra das suas grandes referências, Dulce Pontes.
A presença de Dulce Pontes acentua-se no álbum seguinte, "Tudo ou Nada", de 2005, em que esta escreveu propositadamente o tema "Caravela". Com edição da Som Livre, é o mais ousado dos discos de Katia Guerreiro, contando com uma versão de "Saudades do Brasil em Portugal", de Homem Cristo e Vinícius de Morais, e de "Menina do Alto da Serra", versão do tema com que Tonicha venceu o Festival RTP da Canção de 1971. O disco conta ainda com a participação do pianista de jazz Bernardo Sassetti, no tema "Minha Senhora das Dores".
Mais uma vez canta António Lobo Antunes e homenageia a poetisa Sophia de Mello Breyner Andresen. Nesse mesmo ano, foi apresentada como mandatária da juventude da candidatura de Aníbal Cavaco Silva à Presidência da República para as eleições de 2006.
Em 2006 foi editada uma caixa com os seus primeiros dois discos e o álbum "Tudo Ou Nada" foi reeditado, destacando-se a colaboração do brasileiro Ney Matogrosso.
Em 2008 estreia-se como autora, ao lado de Rui Veloso, no álbum «Fado», que será editado a 17 de Novembro.
Em 2010, faz uma participação especial, no primeiro álbum a solo, Katia Guerreiro já deu concertos por todo o mundo, em locais tão diversos como:
 Japão, Marrocos, Turquia, França, Holanda, Nova Caledónia, Suécia, Brasil, Bulgária, Macau, Rússia ou Espanha. (Wikipédia)