segunda-feira, 30 de março de 2009

Até um destes dias...


Pois é amigos... o "Principe Real ao Entardecer" vai parar por algum tempo. Quanto? Não sei... sinceramente!...
Deixo-vos em forma de um "Até já" ... "Wind of Change" dos Scorpions...


domingo, 29 de março de 2009

Para o fim da tarde de domingo...



Recordar Pink Floyd... What else...

PULSE - PINK FLOYD - Shine On You Crazy Diamond

sexta-feira, 27 de março de 2009

Renaud Garcia-Fons



Nasceu em Paris a 24 de Dezembro de 1962. A sua família é de origem catalã. O seu pai é o pintor Pierre Garcia-Fons.
Cursou no Conservatório de Paris no inicio dos anos 80 e aprendeu com François Rabbath que lhe ensinou a técnica especial de trabalhar o arco (do Contrabaixo).
As suas influências são o jazz, música clássica passando também pelo “flamengo” e “musette” (uma espécie de Folclore imaginário). Começou a tocar com Roger Guérin. Entre 1987 e 1993 fez parte da “Orquestra de Contrabaixos” antes de ingressar na Orquestra Nacional de Jazz dirigida por Claude Barthélémy. Colaborou com os músicos de jazz como Jean-Louis Matinier, Michael Riessler, Nguyên Lê e Michel Godard.

terça-feira, 24 de março de 2009

domingo, 22 de março de 2009

Para o fim da tarde de domingo...


Quem não se lembra?... Os famosos "Shadows" tocando "FBI".

sexta-feira, 20 de março de 2009

Mário Laginha.


MARIA JOÃO & MÁRIO LAGINHA Ive Grown Accustomed to His Face

Mário Laginha (n. Lisboa 25 de Abril de 1960) é um pianista e compositor português da área do jazz.
Aprendeu piano e guitarra na infância. A ideia de seguir a carreira de pianista tomou forma quando ouviu Keith Jarrett. Estudou piano na escola de jazz “Louisiana”, em Cascais, dirigida por Luís Villas Boas, e depois na Academia de Amadores de Música e no Conservatório, onde teve como professores Carla Seixas e Jorge Moyano.
Tocou primeiro em hotéis e como acompanhante de outros músicos; o primeiro trabalho profissional aconteceu no teatro, na peça Baal, de Brecht, no Teatro da Trindade. Mas a entrada a sério no mundo do jazz deu-se ao integrar o quinteto da cantora Maria João, com o qual gravou dois discos nos anos 80: Quinteto Maria João (1983) e Cem Caminhos (1985), com standards e alguns originais.
Ao mesmo tempo que tocava com Maria João, Mário Laginha criou o Sexteto de Jazz de Lisboa, com Carlos Martins, Tomás Pimentel, Edgar Caramelo e os irmãos Pedro e Mário Barreiros, com os quais gravou o LP Ao Encontro, de 1988. Com os irmãos Barreiros tocou também em trio.
Mário Laginha foi investindo cada vez mais nas suas próprias composições, afastando-se da interpretação do jazz clássico e dos standards. Em 1987, com o apoio da Fundação Gulbenkian, estreou o Decateto de Mário Laginha durante o festival Jazz em Agosto; as composições e arranjos eram totalmente seus. Nesse mesmo ano, foi considerado pela crítica o melhor músico de Jazz português.
Ao longo dos anos, trabalhou em parceria com outros grandes nomes da música portuguesa: Pedro Burmester (o concerto de Dezembro de 1993, no Centro Cultural de Belém, deu origem ao disco “Duetos”), Carlos Bica, José Peixoto e José Salgueiro (na altura, 1991, conhecidos pelo nome de grupo Cal Viva), João Paulo Esteves da Silva (em 1993 criaram o grupo Almas & Danças).
Em 1994 lançou o primeiro disco assinado com o seu nome, Hoje. No mesmo ano saíu Danças, onde voltou a colaborar com Maria João, num duo e amizade pessoal que persistem até hoje. Os dois gravaram vários discos e colaboraram em espectáculos de teatro, cinema e outras artes.
Em 1999 Mário Laginha iniciou uma colaboração de grande êxito com Bernardo Sassetti. Desde então, deram vários concertos e lançaram dois álbuns: Mário Laginha e Bernardo Sassetti (2003), e Grândolas (2004), disco integrado na comemoração dos 30 anos do 25 de Abril.
Em 2005 gravou o seu primeiro disco a solo, Canções e Fugas.
Em 2007 actuou ao vivo com Pedro Burmester e Bernardo Sassetti, no CCB (lisboa), concerto esse que foi editado em DVD com o título 3 Pianos. O repertório inclui temas de música clássica, música erudita moderna e temas dos próprios pianistas.
Em 2008 tocou com Bernardo Sassetti e Camané no espectáculo Vadios, no CCB, num espectáculo que juntou o jazz e o fado.


terça-feira, 17 de março de 2009

Jazz e animação.


Os Aristogatos e o jazz... em espanhol!...

sexta-feira, 13 de março de 2009

Paquito D'Rivera.


Paquito de Rivera y la Orquesta Sinfónica Nacional

Paquito D'Rivera (Havana, 4 de Junho de 1948) é um saxofonista e clarinetista de jazz cubano.
Paquito foi uma criança prodígio. Aos 5 anos de idade, começou seus estudos musicais com seu pai, que era um conhecido saxofonista e maestro em Cuba.
D'Rivera já tocava com a Cuban National Symphony Orchestra quando jovem.
Aos dez anos apresentou-se no Teatro Nacional em Havana e dois anos mais tarde entrou para o Conservatório de Música de Havana, onde estudaria composição, harmonia, saxofone e clarinete.
Formou com o pianista Chucho Valdés a Orquestra Cubana de Música Moderna da qual foi regente nos dois anos seguintes até deixar o grupo com mais oito integrantes para formar o Irakere.
Em meados dos anos oitenta, insatisfeito com as restrições políticas de seu país, Paquito decidiu deixar sua terra natal e em 1981, em tournée pela Espanha, pediu asilo na embaixada americana, mudando-se então para Nova Iorque.
Paquito fez suas primeiras aparições em palcos nova-iorquinos acompanhando o trompetista Dizzie Gillespie.
Em 1988 Paquito foi convidado a integrar o grupo de quinze músicos “Allstars” sob o comando de Dizzy Gillespie a United Nations Orchestra. Envolveu-se ainda em inúmeros projectos tanto como músico de jazz/cubano como de câmara, entre eles a Paquito D’Rivera Big Band e o Paquito D’Rivera Quintet, o trio de câmara Triangulo e a Caribbean Jazz Project.
Paquito já se apresentou nos mais respeitados palcos do mundo como os do Japão, Europa e nas três Américas e tocou com os maiores nomes da música internacional, entre eles, Dizzy Gillespie, Arturo Sandoval, Cláudio Roditi, Carmen McRea, McCoy Tyner, Toots Thielemans, James Moody, Benny Carter e muitos outros.


terça-feira, 10 de março de 2009

Jazz e animação.


Muito Bom!... Este anúncio do "Honda Jazz" .

sexta-feira, 6 de março de 2009

Richard Galliano


Richard GALLIANO nasceu em 12 de Dezembro de 1950, em Cannes. Incentivado por seu pai, ele próprio um músico, ele começou a tocar acordeão com a idade de quatro. Posteriormente, estudou no Conservatório de Nice, onde obteve um primeiro prémio em 1969. Músico que acompanhou por muitos anos vários artistas: Claude Nougaro, Barbara, Serge Reggiani, Charles Aznavour, Juliette Greco e Georges Moustaki. Na viragem dos 80 anos, ele orientou a sua carreira jazz ao jogar com Daniel Goyone, Michel Portal, Ron Carter, Michel Petrucciani, etc, e Richard cria um novo género musical, o "New musette". Sua música é muito popular e Richard GALLIANO, quando ela não exige um novo álbum, dá concertos em todo o mundo na prestigiada prefeituras. O acordeonista francês Richard Galliano é um virtuoso. As ocasiões para tocar jazz sucedem-se a partir de 1980 afirmando a sua mestria e conquistando em 1991 o prémio Django Reinhard da Academia Francesa do Jazz. Nunca como em Galliano se pôde desfrutar um tão extraordinário domínio técnico do acordeon e, em consequência, um fraseado, sonoridade e fluidez de tão rara qualidade.

terça-feira, 3 de março de 2009

domingo, 1 de março de 2009